Dia 74 — Número Dois

1/ Buscando agradar a bancada evangélica, o ministério da Educação nomeou como secretária executiva a professora Iolene Lima. Depois de Bolsonaro ordenar a exoneração de Luiz Tozi a pedido dos olavistas, o cargo número dois do ministério passa a ser ocupado por Iolene, conhecida por defender uma educação “baseada na palavra de Deus”. A bancada evangélica negou qualquer envolvimento. Nos bastidores, militares e evangélicos disputam a substituição do próprio ministro. (Estadão / Época)

2/ O governo privatizou mais doze aeroportos. Localizados nas regiões Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste e servindo mais de 20 milhões de passageiros por ano, os aeroportos vendidos hoje representam cerca de 10% do mercado brasileiro. De acordo com pesquisa internacional realizada em 2018, a privatização de aeroportos tende a encarecer os serviços sem trazer ganhos de eficiência para o consumidor. (Veja / Estadão)

3/ Dois assessores de Jair Bolsonaro doaram mais de 100 mil reais às campanhas da família. A suspeita é que as doações foram feitas como pagamento pela nomeação aos seus cargos, em uma prática conhecida como patronagem. Até 2018, a família Bolsonaro não tinha jamais feito uma candidatura com mais de dez apoiadores, e as doações de seus próprios assessores foram as maiores doações registradas. (Pública)

Redação