Dia 66 — De Bem

1/ O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, foi acusado de ter convidado pessoalmente uma candidata para esquema de desvio de verbas públicas e lavagem de dinheiro. Segundo Zuleide Oliveira, ex-candidata a deputada estadual pelo PSL em Minas Gerais, Álvaro teria explicado em reunião que seriam enviados 60 mil reais em fundos eleitorais para Zuleide, mas que ela teria que repassar 45 mil de volta para o PSL, de maneira ilegal. Álvaro nega ter havido qualquer irregularidade. (Folha)

2/ Em discurso feito em comemoração do aniversário dos Fuzileiros Navais, Bolsonaro afirmou que a democracia e a liberdade só existem quando as Forças Armadas querem. O presidente, que é militar da reserva, também declarou que pretende governar ao lado das pessoas “de bem” e que “amam a pátria e respeitam a família”. Bolsonaro disse ainda que os militares serão incluídos na reforma da Previdência, sem dar detalhes. (Veja / Correio)

3/ Grupo de 32 deputados americanos criticou Bolsonaro e afirmou que suas políticas “colocam em risco o futuro democrático do Brasil”. Em carta enviada ao secretário de Estado americano, os deputados do partido Democrata disseram estar “profundamente desapontados” com os elogios do governo Trump a Bolsonaro, e se disseram preocupados com o tratamento de pessoas LGBTQ+ e outras comunidades minoritárias, mulheres, ativistas trabalhistas e dissidentes políticos. A carta cita como exemplo alarmante da situação do país o bloqueio da candidatura de Lula, “em circunstâncias controversas que põem em risco os direitos do povo do Brasil à livre escolha do presidente”. (Veja / Vox)

4/ Moro autorizou o envio da Força Nacional ao Pará, a pedido do governador do estado. Cerca de 200 mil militares participarão de ações de policiamento ostensivo, policiamento judiciário e perícia forense na cidade de Ananindeua, na região metropolitana de Belém. A capital paraense está entre as dez cidades mais violentas do planeta, com 71,38 assassinatos a cada 100 mil habitantes por ano. (Estadão)

Redação