Dia 31 — Formalidades

1/ Índios acusam a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos de ter sequestrado uma criança da tribo. De acordo com os membros da aldeia Kamayurá, Lulu teria sido levada a pretexto de receber tratamento dentário, mas não foi devolvida. A ministra Damares apresenta Lulu, hoje com 20 anos, como sua filha adotiva, mas a adoção nunca foi formalizada legalmente. (Época / Correio)

2/ A multa máxima da Agência Nacional de Mineração subiu de 3,2 mil para 3,4 mil reais. Uma medida provisória do governo Temer havia fixado o valor em 30 milhões de reais, mas como o Congresso não votou para manter a MP, o teto foi revertido para o valor anterior, ajustado pela inflação. (R7 / Exame)

3/ A Samarco tem convencido prefeitos afetados pela tragédia de Mariana a aceitar menos de 1% do valor das indenizações. Em troca do dinheiro imediato, os municípios desistem de qualquer ação judicial contra a empresa. Até o momento, 19 dos 39 municípios afetados aceitaram o acordo. (Intercept)

4/ Em nota oficial, o MEC afirmou erroneamente que os vídeos sobre pensadores de esquerda na TV Ines foram removidos pela gestão passada. O Ministério da Educação disse que os programas teriam sido apagados em abril e novembro de 2018. Porém, utilizando a ferramenta de cache do Google, é possível verificar que o conteúdo ainda estava disponível até o dia 2 de janeiro de 2019, já sob a gestão do ministro Vélez Rodríguez. O comunicado do MEC afirmou que o ministro sempre defendeu a pluralidade e o debate de ideias, mas acusou o jornalista responsável pela notícia original de ser “treinado em Marxismo e Leninismo”, e de usar métodos “próprios de organizações como a KGB”. (O Globo / Zero Hora)

Redação